
centro de são paulo.
Esse foi o dia de passear pelo centro da cidade. Aah! Nada como circular a pé para sentir a cidade, parando de tempos em tempos para discutir e observar. Dentre os edifícios que a todo instante atraem nossa atenção, convém destacar alguns.
edifício copan – oscar niemeyer.
É impossível não perceber o COPAN. Ele se destaca na paisagem paulistana com seus 140 metros de altura e desenho curvilíneo. Sua escala impressiona, nos faz sentir pequenos. Sua forma é justificada com a iluminação e ventilação naturais adequadas, aliadas aos brises. Com mais de 5000 moradores, o edifício é uma cidade disposta em 32 andares. Os habitantes têm perfis diferentes e ocupam 1160 apartamentos de vários tipos: quitinete, um, dois e três dormitórios. Tivemos a oportunidade de conhecer dois deles. No térreo, várias lojas. Na cobertura... uma vista foda da cidade. As imagens, nesse caso, conseguem explicar melhor a sensação de estar lá no alto.


sede do iab/sp – 
O edifício, projetado por arquitetos modernos que conquistaram as primeiras colocações em concurso realizado pelo IAB-SP na década de 40 - inclusive o escritório de Rino Levi -, está muito degradado. Ainda assim, seu valor arquitetônico é notório, com tombamento datado de 2002. Há um projeto de restauração em andamento, dirigido por Paulo Mendes, ao qual fomos apresentados em nossa visita. O IAB não ocupa todo o prédio, havendo também escritórios de arquitetura e um anfiteatro, que também tivemos oportunidade de conhecer. A esperança que ficou é que as próximas turmas que viajarem a São Paulo encontrem o edifício em melhores condições.

Vimos ainda o edifício Itália, um dos pioneiros a atingir tão grande altitude; o edifício Eiffel, mais um exemplar de Niemeyer na cidade da garoa, dessa vez com um desenho reto e em ângulos; e o Esther, de Vital Brasil, considerado primeiro edifício com traços modernos em São Paulo. Esse último em péssimo estado de conservação.

E é cada um que a gente vê pelas ruas...

Depois de muito andar, almoçamos no mercado. Não gosto de mercadões, o cheiro me enjoa. Mas dessa vez entramos por uma portinha legal, não passamos perto de peixes e carnes fedorentas e subimos direto. O sanduíche estava gostoso. Bom para aguentar o resto do dia andando ainda. A tarde foi a vez da Paulista. -
Depois fomos ao CineSESC assistir “Bill – a visão do mestre”.
Até que, uma hora o corpo cansa, e é necessário perder algumas horas dormindo.
Esse foi o dia de passear pelo centro da cidade. Aah! Nada como circular a pé para sentir a cidade, parando de tempos em tempos para discutir e observar. Dentre os edifícios que a todo instante atraem nossa atenção, convém destacar alguns.
edifício copan – oscar niemeyer.



O edifício, projetado por arquitetos modernos que conquistaram as primeiras colocações em concurso realizado pelo IAB-SP na década de 40 - inclusive o escritório de Rino Levi -, está muito degradado. Ainda assim, seu valor arquitetônico é notório, com tombamento datado de 2002. Há um projeto de restauração em andamento, dirigido por Paulo Mendes, ao qual fomos apresentados em nossa visita. O IAB não ocupa todo o prédio, havendo também escritórios de arquitetura e um anfiteatro, que também tivemos oportunidade de conhecer. A esperança que ficou é que as próximas turmas que viajarem a São Paulo encontrem o edifício em melhores condições.
Vimos ainda o edifício Itália, um dos pioneiros a atingir tão grande altitude; o edifício Eiffel, mais um exemplar de Niemeyer na cidade da garoa, dessa vez com um desenho reto e em ângulos; e o Esther, de Vital Brasil, considerado primeiro edifício com traços modernos em São Paulo. Esse último em péssimo estado de conservação.

E é cada um que a gente vê pelas ruas...
Depois de muito andar, almoçamos no mercado. Não gosto de mercadões, o cheiro me enjoa. Mas dessa vez entramos por uma portinha legal, não passamos perto de peixes e carnes fedorentas e subimos direto. O sanduíche estava gostoso. Bom para aguentar o resto do dia andando ainda. A tarde foi a vez da Paulista. -
Depois fomos ao CineSESC assistir “Bill – a visão do mestre”.
Até que, uma hora o corpo cansa, e é necessário perder algumas horas dormindo.
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ei :)