Quando amanheceu, as malas já estavam ajeitadas. Era o último dia ali. O corpo já não aguentava mais muita coisa. Check-out e rua! Fomos novamente a FAU, dessa vez estava mais cheio, e tinha motivo: Herzog de novo. Aproveitamos a oportunidade. Almoço na cidade universitária ainda, depois últimas voltas pela grande cidade.

edifício harmonia 57 – triptyque.
Esse é outro edifício que parece que tem vida – e dessa vez eu não estou falando das pessoas usando intensamente o lugar. Tem vida verde nas paredes de concreto. O que é tão bruto, tão morto, se apresenta diferente ali. É um lugar que surpreende, sem dúvidas. Tem bambu, tem madeira, tem vidro, tem concreto, e vegetação. Espero o dia de voltar e ver aquele prédio todo verde.
pinacoteca do estado – original ramos de azevedo, intervenção paulo mendes da rocha.

Depois de um tempo tentando conseguir um bom ângulo, me irrito: “é muito grande! Não cabe em foto nenhuma.” Só por partes. Aliás, a meu ver, a única forma de absorver/entender o edifício é essa: por partes. Ir entrando em cada corredor, sentindo cada espaço. Foi-me impossível, nas duas vezes em que estive lá, apreender o lugar como um todo (e acredito que será sempre assim). É monumental. Eu diria, inclusive, que essa é a principal característica do prédio, antigo Liceu de Artes e Ofícios. A adaptação para Pinacoteca, realizada por Paulo Mendes no início dos anos 90, deixa bem claro o que é antigo e o que é novo. Ele busca mostrar como o edifício funciona, para isso, descasca as paredes do pátio interno, deixando à mostra a alvenaria auto-portante. A intervenção consiste em estruturas metálicas
formando passarelas que interligam os níveis interiores, e um grande elevador. Também é criada uma cobertura translúcida que não toca nas paredes, enchendo o espaço de luz e permitindo ventilação. Tudo que foi colocado ali posteriormente, sob comando de P.M., pode ser retirado sem prejuízos ao que é original no edifício. É mais um exemplo de local para exposições que nos atrai tanto quanto (ou mais) que o próprio conteúdo.
E nem deu tempo de Museu da Língua Portuguesa =(
Nessa tarde visitamos ainda a Galeria Leme, e ficamos na vontade de visitar a Galeria Vermelho, ambas também do Paulo Mendes. Pegamos chuva, engarrafamento... enfim, a São Paulo dos noticiários na TV.
Pra finalizar, barzinho na Vila Madalena;
e então chega a hora de voltar, com atrasos e problemas... tchau cidade grande e cinza.. e que encanta!

edifício harmonia 57 – triptyque.
Esse é outro edifício que parece que tem vida – e dessa vez eu não estou falando das pessoas usando intensamente o lugar. Tem vida verde nas paredes de concreto. O que é tão bruto, tão morto, se apresenta diferente ali. É um lugar que surpreende, sem dúvidas. Tem bambu, tem madeira, tem vidro, tem concreto, e vegetação. Espero o dia de voltar e ver aquele prédio todo verde.
pinacoteca do estado – original ramos de azevedo, intervenção paulo mendes da rocha.

Depois de um tempo tentando conseguir um bom ângulo, me irrito: “é muito grande! Não cabe em foto nenhuma.” Só por partes. Aliás, a meu ver, a única forma de absorver/entender o edifício é essa: por partes. Ir entrando em cada corredor, sentindo cada espaço. Foi-me impossível, nas duas vezes em que estive lá, apreender o lugar como um todo (e acredito que será sempre assim). É monumental. Eu diria, inclusive, que essa é a principal característica do prédio, antigo Liceu de Artes e Ofícios. A adaptação para Pinacoteca, realizada por Paulo Mendes no início dos anos 90, deixa bem claro o que é antigo e o que é novo. Ele busca mostrar como o edifício funciona, para isso, descasca as paredes do pátio interno, deixando à mostra a alvenaria auto-portante. A intervenção consiste em estruturas metálicas
formando passarelas que interligam os níveis interiores, e um grande elevador. Também é criada uma cobertura translúcida que não toca nas paredes, enchendo o espaço de luz e permitindo ventilação. Tudo que foi colocado ali posteriormente, sob comando de P.M., pode ser retirado sem prejuízos ao que é original no edifício. É mais um exemplo de local para exposições que nos atrai tanto quanto (ou mais) que o próprio conteúdo.E nem deu tempo de Museu da Língua Portuguesa =(
Nessa tarde visitamos ainda a Galeria Leme, e ficamos na vontade de visitar a Galeria Vermelho, ambas também do Paulo Mendes. Pegamos chuva, engarrafamento... enfim, a São Paulo dos noticiários na TV. Pra finalizar, barzinho na Vila Madalena;
e então chega a hora de voltar, com atrasos e problemas... tchau cidade grande e cinza.. e que encanta!
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ei :)